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Farmácias Nissei conta com pontos de coleta para destinação segura de
parte desses materiais
Com a queda das patentes de medicamentos utilizados no tratamento da
diabetes e da obesidade — as chamadas canetas emagrecedoras —, a expectativa é
de que as vendas dobrem em 2026, chegando a R$ 20 bilhões, de acordo com o
banco de investimentos UBS BB. Esse aumento acende um alerta das autoridades
sanitárias não apenas sobre o uso sem orientação médica, mas também em relação
ao descarte correto dos materiais após a aplicação.
A rede de Farmácias Nissei, presente nos estados do Paraná, Santa
Catarina, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal, realiza a coleta de
medicamentos vencidos e embalagens em algumas de suas unidades, conforme
explica Maurício Poliquesi, farmacêutico responsável nas Farmácias Nissei.
“Temos estrutura e canais para que esses resíduos tenham destinação adequada,
sem risco de contaminação do solo, o que pode ocorrer quando o descarte é feito
de forma incorreta No caso das canetas emagrecedoras, as agulhas devem ser
separadas, acondicionadas com segurança e encaminhadas para uma Unidade Básica
de Saúde que faça a coleta desses materiais”, orienta.
Além do impacto ambiental, a destinação incorreta dos medicamentos
representa risco direto para trabalhadores da coleta, que podem sofrer
acidentes com materiais perfurocortantes ou entrar em contato com resíduos
contaminados. Até que sejam levados a um ponto de coleta, a orientação é
armazenar os dispositivos em recipientes resistentes, fechados e devidamente
identificados, evitando o acesso de crianças ou animais de estimação.
Como levar os remédios vencidos
Para saber qual a unidade Nissei mais próxima com estação de coleta de
medicamentos, basta acessar o mapa disponibilizado pela rede. Ao todo, são mais de 300 pontos em que podem ser destinados os
medicamentos e as embalagens vazias. Os itens devem ser separados —
recipientes, caixas e bulas — e dispostos nos locais indicados. “A atuação da
Nissei vai além da venda de medicamentos. Também buscamos orientar a população
sobre o uso consciente e o descarte correto, contribuindo para a saúde pública
e a preservação do meio ambiente”, finaliza.


